Porquê eles foram muito corporativistas. Quiseram abarcar todas as funções jornalísticas.
Quer dizer, na escola a única técnica que desenvolvem é escrever, mas quando entram no mercado querem exercer todas.
Filmar melhor que o cineasta, fotografar melhor que o fotógrafo, ilustrar melhor que o ilustrador, desenhar melhor que o designer (isso só na minha seara e lembrando aos designers que se quiserem respeito devem lembrar que sua profissão tem que ter verbo).
Aí, só quem se forma em jornalismo poderia exercer essas funções. Só que na prática eles não sabem fazer nada disso porque ou “não tem paciência” ou o “dom” ou “não são artistas” ou “fizeram jornalismo porque não sabiam matemática” ou “não nasceram para isso” ou “não entendem nada de computador”.
Então só quem sabe fazer exerce, do jeito que deveria ser feito, essas funções definidas por eles mesmos como jornalísticas. Só que por não ter o grau, não é jornalista.
Se tivessem se contentado em escrever nada disso teria acontecido. Si-fu!
(Na verdade, a justificativa do STF foi tacanha, mas…)




